JOL e afins

Terça-feira, Novembro 08, 2005

Flanando em NY

Por gostar de teatro e de todas essas coisas relacionadas à arte é que fui buscar algo sobre a Broadway. Depois de recorrer ao Google amigo de todas as horas, cheguei a uma dezena de links quebrados até que esse funcionou. Não é lá grandes coisas. Aliás, é curioso o fato de que embora tenhamos tantos sites sobre tantas coisas na internet, tão poucos sejam realmente bons.

Do site acima, cliquei no link que me levou ao site oficial do musical Chicago. Naveguei a esmo e fechei a página. Sinceramente, a não ser pelo visual, o conteúdo não me chamou muito a atenção. Sendo assim, voltei para o lento Vamos para Nova York. Dessa vez em outra seção. Ela tem diversas dicas sobre visto, saúde, grana e afins.

Como pretendo conhecer NY, um dia, bem na mordomia, fui pra Transporte em Português. E não é que tem brasileiro fazendo negócio por lá mesmo! Ou será que não são brasileiros mas fizeram o site em Português para conquistar a simpatia dos clientes brazucas? Vai saber...

Naveguei por todos os menus do site. É uma página legalzinha. Cumpre o objetivo de informar o cliente potencial sobre os serviços da empresa. Um dos menus é cheio de fotos de célebres clientes da Albatroz. Atores e atrizes globais, cantores (as) e até gente que eu não conheço. Mas, era isso e acabou o site. Sendo assim eu queria sair dali, conhecer outros lugares... só queria. O único link que tem lá é para a página da empresa que o desenvolveu.

Voltei então ao início. , encontrei outro link dizendo que eu poderia tomar café da manhã com o Papai Noel... fiquei pensando: "o que mais vou encontrar aqui??" É um café bem carinho, diga-se de passagem, mas afinal, é o bom velhinho né! Quando naveguei pelo menu é que foi problemático. Fome, muita fome. Penso que a internet é uma propaganda ambulante. Às vezes a gente nem imagina que aquele site existe, cai lá e fica com vontade de comer algo que nem lembrava existir também. Pra que propaganda maior que essa, me diz? Sei lá, devaneios...

De novo tive que voltar para o primeiro site. Estou notando um certo egoísmo cibernético. Na tentativa de sair desse círculo, entrei aqui. Naveguei aqui e ali dentro do site. Algumas páginas não funcionaram. Aliás, várias. Então cliquei num banner. É uma empresa de Tecnologia da Informação. Eu trabalho com isso. O trabalho me persegue. Que triste fim para uma terça-feira!

Depois dessa, despeço-me.

Terça-feira, Outubro 04, 2005

Analisando a hipertextualidade

Bem, o que foi proposto pelo professor Daniel foi um trabalho difícil. É complicado encontrar sites com bons exemplos do uso do hipertexto. Mas, eu tentei. Está aí:

Jornalismo sucinto e linkado

O site Jornalistas da Web trata sobre cibercultura e jornalismo digital. Sua home traz um apanhado de "últimas notícias" sobre tudo o que é relacionado ao assunto. O legal da página é que é possível se manter bem informado sobre as novidades.

Quase todas as notícias possuem links. Não em grande quantidade, pois as notícias são curtas, mas incitam o leitor a procurar mais sobre o assunto. Algumas das notas usam links de forma bem interessante. Sua colocação na frase substitui uma explicação. Veja um exemplo.

Outras notícias, porém, não trazem hipertexto ou mesmo trazem um link comum, indicativo direto da fonte da notícia. Veja um exemplo.

Foi difícil encontrar sites que trabalhem bem com hipertextos. O próprio Jornalistas da Web deixa a desejar. Poderia explorar mais o conteúdo de uma notícia através dos links. Entretanto, usar links demais também não é interessante. O leitor pode dispersar o foco de atenção antes mesmo de acabar de ler a notícia.

Neca de pitibiribas...

Mas, antes poucos links do que nenhum. O Observatório da Imprensa, ótimo site sobre crítica da mídia e imprensa, traz textos imensos num padrão jornalismo impresso, sem nada de links para amenizar e complementar as informações. Se houvesse esse recurso, os textos poderiam ser mais enxutos. Na seção E-notícias, em uma matéria sobre blogs não foi utilizado nenhum link. Nem para levar o leitor ao endereço dos blogueiros entrevistados. Parece ironia.

Penso que quanto maior o número de informações que pudermos transmitir com qualidade em curto espaço, melhor será. Enriquece a informação oferecer um caminho a mais para conhecer o entrevistado. Poderemos saber o que de fato pode ter originado aquela notícia. Poderemos entender o fato e não somente fragmentos dele.

Sexta-feira, Setembro 23, 2005

A política no Brasil: o que está acontecendo?

Paulo Maluf e seu filho, Flávio Maluf continuam presos. O pedido de habeas corpus foi negado na quinta-feira passada, dia 15 de setembro. Eles estão detidos na sede da Superintendência da Polícia Federal desde o último dia 10 e não há previsão de que um novo pedido de hábeas corpus seja aceito.

Segundo a Assessoria do STJ, a jurisprudência do órgão só admite habeas corpus em cima de uma decisão de liminar indeferida, se houver flagrante de ilegalidade, o que significaria supressão de instâncias, já que dentro do ordenamento jurídico brasileiro, é necessário esgotar todas as possibilidades em uma instância, antes de recorrer à outra. O conselheiro da OAB, Eduardo César Leite, informou que todo processo criminal tem um prazo de 81 dias. Portanto, se dentro desse prazo os pedidos de habeas corpus de Maluf e de Flávio forem negados, eles permanecem presos.

As acusações contra Paulo Maluf e seu filho, principalmente a prisão preventiva com prazo indeterminado, nos dão uma esperança de luz no final do túnel. Acostumados com impunidades, falcatruas e corrupção, os brasileiros vivenciam uma enxurrada de denúncias de toda a espécie. Mensalão, lavagem de dinheiro, caixa dois. Pela primeira vez, pode-se esperar por punições efetivas.
Todos esses acontecimentos são indícios de que o Brasil está encarando de forma diferente a corrupção.

Não é a política que está mudando, mas sim o posicionamento dos políticos e do povo frente aos acontecimentos. Um exemplo foi o que aconteceu em Goianésia no Pará, a população quase destruiu a cidade, revoltada com os casos de estupros não solucionados. O mais interessante, é que os cidadãos dessa cidade foram indiciados por vandalismo, e muitos acabaram presos. Porém, um ponto fundamental nesse momento que o país vive é o papel que a imprensa cumpre. Os veículos de comunicação estão de todas as formas colocando em destaque o assunto da corrupção no Brasil.

Não seria nenhuma novidade, mas o que se vê é uma briga entre as mídias por quem consegue descobrir o próximo escândalo. E nós espectadores desse teatro, podemos receber todos os tipos de falcatrua em praticamente todas as revistas semanais. Assim, temos diversos pontos de vista dos mais variados meios.

Quarta-feira, Agosto 24, 2005

Como ele me viu

Por Marcelo Bergter


Jacqueline Oliveira de 24 anos nasceu numa tarde chuvosa do dia 19 de maio de 1981 no Hospital Conceição em Porto Alegre. Estudou no Colégio Santa Catarina em Cachoeirinha. Estuda jornalismo na UNISINOS e está no 5º semestre do curso.

Seu primeiro emprego foi como operadora de caixa na Loja
C&A em Porto Alegre.

Atualmente trabalha como Assessora Executiva da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet. Entre as empresas associadas estão
Dell, PROCEMPA e ALFAMÌDIA.

Jacqueline mora com os pais em
Gravataí. O seu pai, Liberato Oliveira da Rosa está aposentado, e trabalhou muitos anos como caminhoneiro. A sua mãe, Maria Adélia Oliveira da Rosa, é dona de casa.

Além da paixão pelo jornalismo, Jacqueline adora ler. Entre os seus autores preferidos estão
Gabriel García Marques, Moacyr Scliar e José Saramago. O livro que marcou a sua vida foi “Ensaios sobre a cegueira” de Saramago.

O seu namorado, Christian Bueller, trabalha na móvel da
Rádio Unisinos e faz o Programa Madrugada BLUES.

Adora comer massas, pizza e chocolate, mas por enquanto está bem longe desses prazeres devido à dieta.

A viagem mais inesquecível foi feita para
São Paulo, foi quando viajou pela primeira vez de avião. Outro lugar que não consegue esquecer é Florianópolis.

A paixão pela música também faz parte da vida de Jacqueline, ela se considera uma pessoa de gosto musical eclético. Mas adora
Los Hermanos, Legião Urbana (paixão da adolescência), U2, Elis Regina e Vitor Ramil.

Um dos projetos de sua vida é trabalhar com
cinema e fotografia, duas áreas da comunicação que adora. Drama, suspense, filmes nacionais e europeus são estilos que sempre escolhe quando vai ver uma película. Os filmes que nunca enjoa de ver são Laranja Mecânica e Kill Bill.

Para você conhecer muito mais sobre a Jacqueline, você pode acessar o blog dela
velhosvicios.blogspot.com.

Quarta-feira, Agosto 10, 2005

Engatando a primeira..

Primeira aula de JOL (Jornalismo Online), primeiro post do meu primeiro blog sobre o assunto.
Confesso que estou curiosa a respeito das aulas pq adoro internet.

Era isso :P